O homem que voava com Deus era cidadão do seu tempo.
O cidadão que era homem construtor e que teve os olhos para ver sempre mais. Sempre além!!
Se um dia sentiu medo, havia Fé. Se em muitos outros dias sentiu medo...mais Fé ainda. Ah, esse medo que paraliza e leva ao fracasso não paralizou Zezito. Nem a fúria o tomou de assalto, pois a fúria é só mais uma face do medo.
O medo que um filho sente de errar
O medo que o pai tem de fracassar
O medo que o cidadão carrega consigo nas angústias cotidianas e que em cada homem, brilha ferozmente no fardo das noites mal dormidas.
Assim é o cidadão que sente o peso de partir, sente as glórias do que é construir, o valor do trabalho e da sua história. O homem que voava com Deus sabe que a família é sinônimo de força, que o tempo vai depor a seu favor, que o tempo também revela os monstros de alguém.
E por tanto saber e por tanta fé; por querer e construir...
Existe um deus para sua fé de homem, de cidadão e de pai.
Quando seremos pais?
E filhos?
Quando seremos cidadãos, irmãos, e homens de fé?
Inabalável no seu caminhar, inabalável na vida.
Não precisa do aplauso dos seus. Não temeu o Futuro.
Sonhou. Quis. E Fez.
simples assim.

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